quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ver o mundo com outros olhos

Será tão penoso ver o mundo com outros olhos?
Noturno pergunta ao Wolverine, no episódio Noturno da antiga (e na minha opinião a melhor) série animada "X-Men adventures", baseada nos famosos personagens dos quadrinos, nos anos 90.
Esse episódio é muito rico em conteúdo cristão. Começando pelo personagem central do episódio: Kurt Wagner, com nome "de guerra" que dá nome ao episódio. A história do personagem já convida a pensar na questão do preconceito, superstição, discriminação e intolerância com o diferente. Inclusive é um dos temas base da história de X-Men: a luta dos mutantes para coexistirem em harmonia com os humanos normais, sendo que os humanos em sua maioria temem os mutantes por serem diferentes, seja na aparência, por ter alguma habilidade especial, etc. Creio que é o que há de mais envolvente na história, pois muitos se identificam com o preconceito sofrido pelos mutantes, quando vemos tantos discriminados por serem diferentes do que se considera "normal", ao menos no conceito geral ou da maioria, que se sabe ser teleguiado (no sentido da palavra mesmo, pela tele-visão) dado ao alcance dos meios de comunicação que vemos hoje.
NOTURNO

Voltando ao episódio, Noturno, que havia sido julgado mal por Wolverine, ensina este a ver o mundo com outros olhos. Quem conhece o personagem Wolverine, ou John Logan, sabe do temperamento difícil e do ódio o marcam. Noturno então, sendo monge, propõe o caminho (cristão) do perdão e do amor.
Para dar um resumo do episódio, ele se passa na cidade onde Kurt Wagner vive, sendo que refugia-se num mosteiro devido à superstição da população, que pensa que ele é o próprio diabo, dado sua aparência assustadora; ele só é aplaudido no espetáculo de circo local, pois usa de suas habilidades mutantes no seu número no espetáculo. Wolverine, Gambit e Vampira estão passeando num momento de lazer, quando por acidente vão parar na cidade, envolvendo-se no drama de Kurt e vindo a ajudá-lo a mostrar ao povo quem ele é de verdade.
Como série de animação, creio que esteja entre as melhores, o que infelizmente não se encontra tal qualidade, em boa parte das séries atuais.

domingo, 10 de julho de 2011

3 perguntas fundamentais

Deus Criador
3 perguntas fundamentais: 
Como? Quando? Onde? 

Quem escolheu COMO nasceu? 
A cor dos olhos, timbre de voz, sexo...

Quem escolheu QUANDO nasceu? 
Tempo antigo, Idade moderna, em 2500?

 

Quem escolheu ONDE? 
Podia ter sido na Europa, Ásia, Austrália...

Quem escolheu tudo isso?

Importante pensar nisso. Muitas vezes quando nos sentimos tão donos do próprio nariz, quando na realidade não escolhemos como o mesmo nariz seria.
Quantas vezes brincamos de Deus...
Nós podemos criar, mas não devemos esquecer que de nossa parte, somos criaturas.

Aí também vemos o problema de julgar pelas aparências. O que hoje é chamado de bullying é um exemplo: discriminar, dentre outras coisas, por causa de algum detalhe na aparência, como orelha, nariz, estatura, etc. Isso não só na infância e adolescência; não só nos colégios, mas nos ambientes de trabalho; entre adultos...

Deus é o criador. Então, chegamos fácil à conclusão que criticar a criatura na sua forma natural é criticar o próprio Criador, como se Ele tivesse feito mal. É pior que brincar de Deus. É querer dizer que faria melhor que Ele.
É claro que quando se trata de cuidado com a aparência, vestir-se bem, arrumar-se, é outro caso. Aí é passível de crítica.

Deus vê o coração. Jesus ensina no sermão das bem aventuranças: sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito. Neste tema tratado aqui, ver o conteúdo uns dos outros e não parar na embalagem. 

Deus escolheu como, onde e quando nós nascemos. 
Cremos que tudo que Deus faz é bom. 
Somo administradores do que Dele recebemos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Qual é o seu maior medo?


Qual é o seu maior medo? Ser inadequado? 
O técnico Carter pergunta várias vezes ao jogador mais instável do time, no ótimo filme "Coach Carter - treino para a vida". Após muitas dificuldades, o jogador, na feliz conclusão do filme, responde:

Nosso maior medo não é sermos inadequados.
Nossos maiores medos é de sermos poderosos além da conta.
É nossa luz e não nossa obscuridade que mais nos apavora.
Ser pequeno não serve ao mundo. Não há nada de sábio em se encolher para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao ser redor.
Nòs todos fomos feitos para brilhar como as crianças. Nâo está apenas em alguns de nós. Está em todos.
E na medida que deixarmos nossa luz brilhar, nós inconscientemente damos às outras pessoas a permissão para fazer o mesmo, na medida em que liberamos do nosso medo.
Nossa presença automaticamente libera os outros.

Coach Carter
Mais uma boa indicação de filme. O único senão é o aborto que é feito por uma personagem. Mas vale pelo "treino para a vida".